A Forthing quase ninguém conhece em Portugal, mas prepara-se para triplicar a gama com híbridos plug-in
A Forthing, marca de automóveis de passageiros da Dongfeng Liuzhou Motor, ligada ao gigante Dongfeng Motor Corporation, prepara uma expansão de gama assente em híbridos plug-in (PHEV), uma tecnologia atualmente ausente da sua oferta em Portugal. Em território nacional, a marca é representada pela Solmotor, do Grupo Auto-Industrial, com uma gama que hoje inclui o Friday, o U-Tour e o S7 EV, com motorizações que vão da gasolina e do GPL aos híbridos e aos elétricos.
Os dois novos modelos, batizados Taikon 5 e Taikon 7, vão substituir, respetivamente, o Friday e o monovolume U-Tour. O Taikon 5 chega primeiro, com revelação marcada para o final deste ano e chegada ao mercado no início de 2027. Já homologado em versão 100% elétrica, vai ganhar também uma variante híbrida plug-in que, segundo fonte da própria marca, promete uma autonomia elétrica na casa dos 200 km. O Taikon 7, sucessor do U-Tour, deverá seguir a mesma lógica, apostando também em versões elétricas e híbridas plug-in. Os dois vão juntar-se ao atual porta-estandarte elétrico da marca, o S7, completando uma gama que passará a contar com cinco modelos em Portugal.
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Abrir o comparador →O plano de expansão vai muito além da Europa. A Dongfeng Liuzhou Motor tem como meta chegar às 300 mil vendas anuais fora da China até 2030, com nove novas bases de produção previstas e a criação de 300 novas redes comerciais, além de outros tantos pontos de assistência técnica. A marca já monta automóveis localmente no Egito, embora ainda não existam planos conhecidos de produção na Europa; ainda assim, já mantém um centro logístico na Hungria, dedicado a assegurar peças de reposição para os mercados europeus onde já está presente.

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O desafio da Forthing resume-se, no essencial, a transformar uma marca praticamente desconhecida da maioria dos europeus numa alternativa real face às dezenas de fabricantes que já disputam o mesmo espaço, um caminho que a própria marca reconhece exigir mais modelos, mais motorizações, e uma rede de distribuição bem mais alargada do que a atual.
Fontes: Razão Automóvel.
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