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A MG lançou o Hector Tomahawk, o seu primeiro SUV elétrico de sete lugares, e o nome não é acaso

Redação Eletrificados · 27 de agosto de 2026·3 min de leitura
A MG lançou o Hector Tomahawk, o seu primeiro SUV elétrico de sete lugares, e o nome não é acaso

A MG Índia (operada pela JSW) lançou o Hector Tomahawk EV, o primeiro SUV elétrico de três filas de bancos da marca, com preços a arrancar nas 19,49 lakh de rupias (cerca de 17.530 euros) no regime de compra normal, ou nas 13,99 lakh de rupias (cerca de 12.580 euros) através do programa Battery-as-a-Service (BaaS), em que a bateria fica de fora do preço de compra e é paga à parte, através de aluguer mensal. É o primeiro modelo da MG na Índia construído sobre a nova plataforma ADAPT da marca, e o nome “Tomahawk” surge como uma escolha de marketing pouco habitual, associada tanto à imagem de força de um machado de guerra tradicional como, informalmente, ao famoso corte de carne com o mesmo nome.

O SUV está disponível tanto em configuração de cinco como de sete lugares, uma escolha rara neste segmento, onde a maioria dos rivais opta só por uma das duas. A versão de cinco lugares, disponível apenas no acabamento topo de gama Essence, oferece uma bagageira de 610 litros; a versão de sete lugares tem 192 litros com as três filas em uso, que sobem para 528 litros com a terceira fila rebatida. As dimensões são generosas: 4.745 mm de comprimento, 1.850 mm de largura, 1.770 mm de altura, distância entre eixos de 2.810 mm e 230 mm de altura ao solo.

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Tecnicamente, o Hector Tomahawk EV usa uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 69,2 kWh, associada a um único motor elétrico de 201 cv e 310 Nm, com autonomia reivindicada de 517 km no ciclo indiano MIDC, e um 0 aos 100 km/h em 8,2 segundos. Entre o equipamento de destaque estão assistência à condução de nível 2, um ecrã central de 15,6 polegadas, o maior do segmento segundo a marca, bancos dianteiros ventilados e ambiente com 256 cores de iluminação. Um dos argumentos mais originais é a tecnologia V2H (Vehicle-to-Home), que a MG apresenta como uma primeira no mercado indiano: a bateria do carro pode alimentar diretamente uma casa compatível, complementando a já mais comum função V2L (Vehicle-to-Load), que já explorámos aqui em detalhe a propósito de outros modelos.

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A MG confirmou ainda uma versão híbrida plug-in do mesmo modelo, lançada em simultâneo a 25,69 lakh de rupias (cerca de 23.100 euros), combinando um motor a gasolina de 1,5 litros com uma bateria de 20,5 kWh, com autonomia elétrica superior a 115 km e autonomia combinada acima dos 1.100 km. Ao contrário da versão elétrica, a versão híbrida só está disponível com sete lugares, e as suas entregas arrancam apenas em novembro, mais tarde do que a versão 100% elétrica, cujas entregas começam já em setembro. O Hector Tomahawk vai competir diretamente com o Mahindra XEV 9S e o Kia Carens Clavis EV, e partilha base estrutural com o Wuling Starlight 560, um modelo vendido noutros mercados sob a órbita do grupo chinês SAIC, dono também da própria MG.

Fontes: CarWale, Autocar Índia, MotorBeam, Carlelo, AutoPunditz.

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