O Volvo EX40 está quase a fazer 10 anos de vida, e a marca prefere renová-lo em vez de o substituir
Nove anos depois de chegar ao mercado como XC40 Recharge, o Volvo EX40, a versão 100% elétrica do popular SUV compacto sueco, recebeu uma nova atualização de meio de ciclo, apresentada em conjunto com as irmãs XC40 (a combustão, com assistência elétrica ligeira) e EC40. Em vez de avançar para uma geração completamente nova, a Volvo optou, mais uma vez, por renovar o modelo já existente, uma decisão que a própria marca justifica com o sucesso comercial contínuo do XC40, o segundo modelo mais vendido de toda a gama Volvo, logo atrás do XC60, com mais de 1,5 milhões de unidades vendidas desde 2017.
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Abrir o comparador →As mudanças exteriores incluem um novo desenho dos faróis matriciais de LED “Martelo de Thor”, uma grelha frontal atualizada, para-choques, capô e guarda-lamas dianteiros redesenhados, além de novas luzes traseiras de LED e novas jantes de 18, 19 e 20 polegadas com corte em diamante. No interior, o ecrã central cresce para 11,2 polegadas, com uma interface de infoentretenimento baseada em Google mais rápida e a exigir menos toques para as funções principais. A grande novidade tecnológica é a chegada do Google Gemini, o mesmo assistente de inteligência artificial que já explicámos aqui a propósito de vários modelos da Renault, permitindo usar linguagem mais natural para planear viagens, procurar locais para parar ou gerir mensagens. A gama de materiais também se renova, com a possibilidade, pela primeira vez, de combinar pele Arianne Cardamom com acabamentos em madeira Brown Ash, além de novos revestimentos sustentáveis e um carregador de smartphone sem fios revisto.

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Do lado mecânico, o EX40 mantém-se praticamente inalterado: uma bateria de cerca de 79-82 kWh, com uma versão de motor único de tração traseira (248 cv) e uma versão de dois motores com tração integral (402 cv), com autonomias que rondam os 476 km e os 418 km respetivamente, consoante a configuração, e carregamento rápido em corrente contínua capaz de recuperar dos 10% aos 80% em cerca de 28 minutos. É precisamente este ponto que já gerou alguma crítica por parte da imprensa internacional, que assinala que, apesar do refrescamento visual e tecnológico bem-vindo, a autonomia do EX40 já começa a ficar atrás de rivais mais recentes, como o BMW iX3, que já se aproxima do mercado com promessas de maior autonomia pela mesma faixa de preço.
Fontes: Razão Automóvel, ThrustZone, AutoGuide.
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